A Fénix é um pássaro da mitologia grega e egípcia que quando morria entrava em auto-combustão e passado algum tempo renascia das próprias cinzas. Outra característica da Fénix é sua força que a faz transportar em voo cargas muito pesadas. A vida longa da Fénix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.
domingo, 3 de maio de 2009
Mãe?
Com três letrinhas apenas
Se escreve a palavra Mãe
É das palavras pequenas
A maior que o mundo tem
Esta quadra pequenina
Que ao pensamento me vem
Aprendi-a em menina
Dos lábios de minha mãe
Diz-se que hoje é o dia
Que é o dia da Mãe
Eu antes perguntaria
“Que dia não é de mãe?”
É um dia para ser lembrada?
Para receber presentes?
É isso que é ser amada?
Mãe em dias convenientes?
Sou filha e sou mãe
Mas qual o significado?
Ainda não sei explicar bem
Tudo me parece limitado.
Ser mãe é ter vida no ventre?
Ser mãe é dar alegria?
É estar sempre presente?
Mesmo que seja noite e dia?
Ser mãe é cantar chorando?
É dar a própria vida?
Ser mãe é ralhar amando?
E por cansaço não ser vencida?
Ser mãe é rir da dor?
Ser mãe é querer abraçar?
Ser mãe é dar calor?
E é saber renunciar?
É o amor que tudo dá?
É o amor que restringe?
É sofrer ao parecer má?
É ser verdadeira quando finge?
Quando ainda menina,
Pensei que ao ser mãe,
A tal palavra pequenina,
Eu saberia definir bem.
Enganei-me completamente,
Pois sei agora que sou mãe,
Que nunca definirei totalmente,
A maior palavra que o mundo tem.
STP
2009-05-03
O sonho que sonhei...
A música é linda!
A letra comoveu-me...
Esta tenho mesmo que a publicar aqui.
(Gostava de estar a visitar-vos, a ler-vos e a comentar-vos. Também gostava de estar a escrever e a publicar os meus textos..., mas o tempo está mesmo escasso. Melhores dias virão.)
A letra comoveu-me...
Esta tenho mesmo que a publicar aqui.
(Gostava de estar a visitar-vos, a ler-vos e a comentar-vos. Também gostava de estar a escrever e a publicar os meus textos..., mas o tempo está mesmo escasso. Melhores dias virão.)
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
A Água
O que nunca devemos esquecer sobre este líquido tão precioso.
Mais uma, encontrada na internet, ao pesquisar informação para ajudar a minha filha nos estudos.
Mais uma, encontrada na internet, ao pesquisar informação para ajudar a minha filha nos estudos.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Feliz Aniversário: Paula Raposo e Velinhas!

Que passem um excelente dia.
Que tenham muita saúde.
Que tenham muitos amigos à vossa volta.
Que recebam muitos abraços e carinhos.
Parabéns!
Feliz Aniversário Paula Raposo
Feliz Aniversário Velinhas
sábado, 25 de abril de 2009
Estou rica!
Não, não ganhei o Euromilhões.
Estou muito mais rica do que se tivesse ganho o Euromilhões, mais o Totoloto, mais o Joker e a Raspadinha e mais qualquer outro prémio monetário, todos juntos.
A minha riqueza não pode ser comprada com todo o dinheiro do mundo. A minha riqueza é humana!
Finalmente retomei o convívio com pessoas da minha infância. Pessoas com que brinquei, pessoas que se sentaram ao meu lado nos bancos da escola. Pessoas com quem partilho recordações de outras terras, de outros sons, de outros cheiros, de outras paisagens, de outros costumes.
Terra, sons, cheiros, paisagens, costumes, que guardo na minha memória como algo irrepetível e irrecuperável.
Vivências e brincadeiras que guardei no melhor recanto da minha memória e que tenho trazido ao pensamento repetidas vezes, ao longo dos últimos trinta e três anos, para as manter vivas.
Sempre aceitei que a minha terra e tudo o que fazia parte dela estavam perdidas para mim. Mas nunca me conformei com o facto de “perder” também as pessoas. Queria-as de volta ao meu convívio.

Não é que eu conheça poucas pessoas, ou porque não tenha outros amigos igualmente bons. Conheço muitas pessoas, algumas muito lindas interiormente, e todas me fazem falta. Ninguém substitui ninguém. Ninguém consegue ocupar o vazio deixado por outrem.
Gosto de pessoas simpáticas, meigas, carinhosas, sorridentes, humanas…, LINDAS!
Hoje não consigo parar de sorrir. Pensar que finalmente consegui aquilo que queria há trinta e três anos. Pensar que houve alturas em que duvidei de conseguir. Fiquei triste, muito triste, mas nunca desisti, nunca perdi a esperança. Sinto que a vida me está a dar uma nova oportunidade, sinto que renasci.
Hoje sinto-me feliz, muito feliz!
Zambézia está aqui.
Quelimane, a cidade que eu mais visitava, está aqui.
Mocuba, a terra onde nasci, está aqui.
Estou muito mais rica do que se tivesse ganho o Euromilhões, mais o Totoloto, mais o Joker e a Raspadinha e mais qualquer outro prémio monetário, todos juntos.
A minha riqueza não pode ser comprada com todo o dinheiro do mundo. A minha riqueza é humana!
Finalmente retomei o convívio com pessoas da minha infância. Pessoas com que brinquei, pessoas que se sentaram ao meu lado nos bancos da escola. Pessoas com quem partilho recordações de outras terras, de outros sons, de outros cheiros, de outras paisagens, de outros costumes.
Terra, sons, cheiros, paisagens, costumes, que guardo na minha memória como algo irrepetível e irrecuperável.
Vivências e brincadeiras que guardei no melhor recanto da minha memória e que tenho trazido ao pensamento repetidas vezes, ao longo dos últimos trinta e três anos, para as manter vivas.
Sempre aceitei que a minha terra e tudo o que fazia parte dela estavam perdidas para mim. Mas nunca me conformei com o facto de “perder” também as pessoas. Queria-as de volta ao meu convívio.

Não é que eu conheça poucas pessoas, ou porque não tenha outros amigos igualmente bons. Conheço muitas pessoas, algumas muito lindas interiormente, e todas me fazem falta. Ninguém substitui ninguém. Ninguém consegue ocupar o vazio deixado por outrem.
Gosto de pessoas simpáticas, meigas, carinhosas, sorridentes, humanas…, LINDAS!
Hoje não consigo parar de sorrir. Pensar que finalmente consegui aquilo que queria há trinta e três anos. Pensar que houve alturas em que duvidei de conseguir. Fiquei triste, muito triste, mas nunca desisti, nunca perdi a esperança. Sinto que a vida me está a dar uma nova oportunidade, sinto que renasci.
Hoje sinto-me feliz, muito feliz!
Zambézia está aqui.
Quelimane, a cidade que eu mais visitava, está aqui.
Mocuba, a terra onde nasci, está aqui.
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Aqui já em baixo está a lista de todas as mensagens deste blogue agrupada por temas. Para quem gosta do que vou escrevendo em verso têm os Versos meus (com rima) e os Versos meus (sem rima). Para quem queira saber mais acerca de mim tem os Pedaços de Vidas Reais , etc.
Recebo e leio todos os comentários. Mesmo às mensagens antigas.
Seja bem vindo(a)!
:-)))
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Lá mais abaixo está o arquivo das mensagens deste blogue ordenadas por datas, a começar pelo princípiu, em Novembro de 2008. Foi um renascimento pois existiu (entre Julho e Outubro de 2008) um blogue que foi apagado.
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As apresentações (pps), os filmes, as músicas e outros ficheiros de outros formatos, como PDFs, DOCs e XLSs, publicados (ou não) nos meus blogues, vão também estando disponíveis no meu Skydrive.
O Citador
Citações de Temas
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Citações de Autores
Homenagem a
Alexandre O’Neill
«Mesa dos sonhos»
Ao lado do homem vou crescendo
Defendo-me da morte quando dou
Meu corpo ao seu desejo violento
E lhe devoro o corpo lentamente
Mesa dos sonhos no meu corpo vivem
Todas as formas e começam
Todas as vidas
Ao lado do homem vou crescendo
E defendo-me da morte povoando
de novos sonhos a vida.
---------------------
Eça de Queirós
em "As Farpas" 1871
O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada.
Os caracteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!"
---------------------
Fernando Pessoa
ANÁLISE
Tão abstrata é a idéia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longemente,
E a idéia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho,
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto sendo.
Fernando Pessoa, 12-1911
---------------------
Nem Sempre Sou Igual
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.
Mudo, mas não mudo muito.
A cor das flores não é a mesma ao sol
De que quando uma nuvem passa
Ou quando entra a noite
E as flores são cor da sombra.
Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores.
Por isso quando pareço não concordar comigo,
Reparem bem para mim:
Se estava virado para a direita,
Voltei-me agora para a esquerda,
Mas sou sempre eu, assente sobre os mesmos pés
O mesmo sempre, graças ao céu e à terra
E aos meus olhos e ouvidos atentos
E à minha clara simplicidade de alma ...
Alberto Caeiro
O Guardador de Rebanhos
---------------------
Luis Vaz de Camões
Amor é...
Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?
«Mesa dos sonhos»
Ao lado do homem vou crescendo
Defendo-me da morte quando dou
Meu corpo ao seu desejo violento
E lhe devoro o corpo lentamente
Mesa dos sonhos no meu corpo vivem
Todas as formas e começam
Todas as vidas
Ao lado do homem vou crescendo
E defendo-me da morte povoando
de novos sonhos a vida.
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em "As Farpas" 1871
O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada.
Os caracteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!"
---------------------
ANÁLISE
Tão abstrata é a idéia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longemente,
E a idéia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho,
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto sendo.
Fernando Pessoa, 12-1911
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Nem Sempre Sou Igual
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.
Mudo, mas não mudo muito.
A cor das flores não é a mesma ao sol
De que quando uma nuvem passa
Ou quando entra a noite
E as flores são cor da sombra.
Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores.
Por isso quando pareço não concordar comigo,
Reparem bem para mim:
Se estava virado para a direita,
Voltei-me agora para a esquerda,
Mas sou sempre eu, assente sobre os mesmos pés
O mesmo sempre, graças ao céu e à terra
E aos meus olhos e ouvidos atentos
E à minha clara simplicidade de alma ...
Alberto Caeiro
O Guardador de Rebanhos
---------------------
Luis Vaz de Camões
Amor é...
Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?
GALERIA DE IMAGENS
Em homenagem aos que sofrem por causa do Cancro
Ofereço a quem a quiser levar
Código para copiar e colar em modo HTML:
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Código HTML do selo para o Dia da Mulher em tamanho pequeno:
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Ofertas da amiga Isabel do blogue Artista Maldito
Recebi estes selos sem qualquer regra para a sua re-atribuição.
Portanto sirvam-se meus amigos.
Levem os que vos agradarem para colorir as vossas "casas".
São ofertas do coração, tal como as recebi, com o coração.
Bem hajas amiga Isabel
Portanto sirvam-se meus amigos.
Levem os que vos agradarem para colorir as vossas "casas".
São ofertas do coração, tal como as recebi, com o coração.
Bem hajas amiga Isabel
AGRACIADA COM O BLOG DE OURO PELA ISABEL DO BLOG ARTISTA MALDITO
MUITO OBRIGADA ISABEL